16 Novembro 2009
24 Outubro 2009
19 Outubro 2009
sombras
Luz adiante deixa a sombra para trás.
Guiando-te pela luz por detrás, que não vês, mas que te faz avançar, terás sempre sombras adiante.
Pé ante pé. Devagar, devagarinho, se pára.
Guiando-te pela luz por detrás, que não vês, mas que te faz avançar, terás sempre sombras adiante.
Pé ante pé. Devagar, devagarinho, se pára.
07 Outubro 2009
a fala de um dia
Bem estaria o mundo, se o ser humano não falasse!
Em homem esse, que embora continuando com pensamento, seria entre tantos outros, mais um animal?
Talvez um dia lá chegaremos, a nos comunicarmos sem nada para dizer ou como se a fala não existisse!
Em homem esse, que embora continuando com pensamento, seria entre tantos outros, mais um animal?
Talvez um dia lá chegaremos, a nos comunicarmos sem nada para dizer ou como se a fala não existisse!
29 Setembro 2009
caminho com tempo

Estão sempre ocupadamente falando, têm muito, muito para dizer uns aos outros. Tal qual na mesma e proporcional habituação do que é o relatar de suas profissionalizações. Estratégias do actual domínio do que é a palavra falante de relatos e mais relatórios em tudo muito escrito. Registos do que se diz com muito por dizer em caminhos parados de um tempo para nada.
17 Setembro 2009
o que fica
O presente soma-se ao não presente e amanhã eu não quero mais cá estar.
Às palavras que não me quero, gritam os silêncios que me ficam.
Às palavras que não me quero, gritam os silêncios que me ficam.
10 Setembro 2009
discurso e caos
Será que a cidadania é uma qualquer coisa que ostentamos para os que não têm cidadania?
E as formas de inclusão e integração, terão dimensões racistas?
Os discursos são práticos e reveladores desse caos exclusivo, que teimamos organizar.
E as formas de inclusão e integração, terão dimensões racistas?
Os discursos são práticos e reveladores desse caos exclusivo, que teimamos organizar.
06 Setembro 2009
leitura do dia
Os jornais de hoje inscrevem-se numa escrita que é muito de vaidosos preconceituosos.
E os seus leitores, também o são?
Ou são os leitores que se adaptam ou são os jornalistas que o deixaram de ser.
Ou será que são os leitores que modificaram os jornalistas, e estes já só ficam na leitura primeira de si mesmos?
E os seus leitores, também o são?
Ou são os leitores que se adaptam ou são os jornalistas que o deixaram de ser.
Ou será que são os leitores que modificaram os jornalistas, e estes já só ficam na leitura primeira de si mesmos?
01 Setembro 2009
O que é ?
É preciso começar, começar todos os dias ou só de algum em algum tempo.
Os que não começam não podem acabar.
Começar, começar, começar. Começar é caminhar?

O princípio e o fim, fica-se pelo meio, o presente.
Os que não começam não podem acabar.
Começar, começar, começar. Começar é caminhar?

O princípio e o fim, fica-se pelo meio, o presente.
30 Agosto 2009
ir por ir...
Por vezes é melhor não ir, quando o ir, é de não saber o que é 'o estar'.
Há pessoas que julgam que a poesia não é comida.
E também há pessoas que só pensam em 'comer' turismo.
Há pessoas que se ajoelham na(s) casa(s) do(s) (muitos) deus(es) e rogam por dinheiro em abundância. Essas pessoas, que por serem pessoas assim, se desaprendem das que o não são.
Há pessoas que julgam que a poesia não é comida.
E também há pessoas que só pensam em 'comer' turismo.
Há pessoas que se ajoelham na(s) casa(s) do(s) (muitos) deus(es) e rogam por dinheiro em abundância. Essas pessoas, que por serem pessoas assim, se desaprendem das que o não são.
26 Agosto 2009
22 Agosto 2009
ide!
Irei (ou não?) encerrar este espaço.
E apagarei o que escrevi e vou por aí sem mais palavras escritas ou ditas, como sempre fiz.
O que aqui poderia ficar como registo, é triste. E de tristezas já as pessoas estão fartas. A poesia ou uma vida não conciliatória enquanto exemplo, só faz sentido depois da morte.
As pessoas precisam de alegrias, de histórias e de romance, de muitos romances. As pessoas precisam de aceitar e serem bem comportadas e submissas. As pessoas precisam de amor, de muito amor, de um amor tão cabal quanto banal e que as reúna à tal mesa que as faça falar de igual para igual, mesmo que nada seja dito ou feito. Interessa-lhes passar à margem da tolerância e do conformismo, da insuficiência. É preciso ser-se bom, mas não sendo nada disso.
E vou sem mais!
O que aqui poderia ficar como registo, é triste. E de tristezas já as pessoas estão fartas. A poesia ou uma vida não conciliatória enquanto exemplo, só faz sentido depois da morte.
As pessoas precisam de alegrias, de histórias e de romance, de muitos romances. As pessoas precisam de aceitar e serem bem comportadas e submissas. As pessoas precisam de amor, de muito amor, de um amor tão cabal quanto banal e que as reúna à tal mesa que as faça falar de igual para igual, mesmo que nada seja dito ou feito. Interessa-lhes passar à margem da tolerância e do conformismo, da insuficiência. É preciso ser-se bom, mas não sendo nada disso.
E vou sem mais!
16 Agosto 2009
à face da Terra

Cada vez me aproximo mais da ideia que, o ser humano à face da Terra, não tem qualquer razão de existir.
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